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Hospital, clínica e consultório não pedem o mesmo móvel
Usar o mesmo móvel em todo tipo de serviço de saúde parece padronização. Na prática, a escala muda o que a peça precisa aguentar.
Hospital
A peça se repete. O critério é resistência, leitura rápida do espaço e limpeza que cabe num corredor cheio. Um detalhe frágil multiplicado por dezenas de salas vira manutenção.
Clínica
Recepção, atendimento e saída ficam perto. O móvel separa espera e procedimento sem construir parede. A circulação curta pesa mais do que a variedade de modelos.
Consultório
A distância entre profissional e paciente é pequena. O móvel não pode competir com a conversa. Superfície limpa, apoio estável e silêncio visual.
Diagnóstico acrescenta outro tempo: a espera do exame é longa e o preparo da sala é preciso. Esse recorte está na página de ambientes.
